violino

Duo Fuse lança violinos de US$ 2 milhões

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A dupla britânica de violinistas Fuse, lançou nesta quarta – feira (4) em Londres, dois violinos elétricos avaliados em US$ 2 milhões cada.

Ben Lee e Linzi Stoppard, apresentaram os instrumentos banhados em ouro 24 quilates e cravejado com rubis e diamantes na boutique de Theo Fennel.

Ben e Linzi desenharam os instrumentos em parceria com Theo Fennel, um designer britânico de jóias e a fábrica Bridge produziu os violinos.

Não há duvidas de que os instrumentos são lindos, mas será que o som compensa o preço?

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Violino de 1,4 milhões é recuperado após 3 anos do furto

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O instrumento é um stradivarius datado de 1969 e está avaliado em 1,4 milhões de euros. Juntamente com o instrumento foram roubados mais dois arcos no valor de 78 mil euros.

O furto ocorreu no ano de 2010, quando a violinista e proprietária Min-Jin Kym estava num espaço de restauração localizado na estação de Euston, na capital britânica.

Segundo o inspetor da polícia Simon Taylor, a raridade e a especificidade do instrumento dificultou qualquer tipo de troca comercial, o que obrigou os bandidos a escondê-lo, após algumas tentativas frustadas de vendê-lo.

Três anos depois, o violino foi encontrado dentro da sua case numa propriedade localizada no centro da Inglaterra e exceto por alguns pequenos danos, estava intacto.

Três pessoas foram condenadas à prisão em 2011, indiciadas pelo roubo do instrumento.

“Quando fui informada, não queria acreditar. Passei de um estado de desânimo para um estado de euforia (…). Estou no sétimo céu” , declarou a violinista de 35 anos nesta Terça – Feira (30/07).

Min-Jin contou ainda que o instrumento com o qual tocava desde a sua adolescência faz parte da sua identidade.

Os 24 caprichos de Paganini

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Caprichos são formas de composições livres. Na música, o termo Capricho designa uma composição com características humorísticas, fantásticas ou peculiares e que se afasta das normas padrões.

De 1799 a 1802, Paganini compôs talvez o seu mais importante trabalho, os 24 caprichos para violino solo. Inicialmente compostos para o treino da técnica do instrumento, serviram mais tarde de inspiração para grandes músicos como: Franz Liszt, Brahms, Lutoslawski, Rachmaninoff e outros importantes nomes.

O capricho 24 é o último dos caprichos de Paganini e com certeza o mais difícil de ser executado, por sua variação constante de técnicas exigidas, velocidade e mudanças na tonalidade.

Tocar os caprichos de Paganini pode ser considerado talvez o ápice de todo o violinista, pois reproduzir as incríveis façanhas compostas pelo virtuosíssimo musico, com toda a certeza não é algo fácil de se conseguir.

O vídeo abaixo mostra Jascha Heifetz tocando o capricho 24. Heifetz, considerado o melhor violinista do século XX foi o que melhor executou os trabalhos de Paganini na minha opinião.

As técnicas do violino

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O arco é o responsável por produzir o som no violino, a fricção das cerdas nas cordas geram um atrito que produz o som peculiar que todos conhecemos. Porém existem algumas técnicas, que quando executadas geram sons distintos entre si, estas técnicas variam desde a famosa “tremida” de mão até tocar com a madeira do arco.

Confira as diferentes técnicas do violino:

Vibrato O vibrato é com certeza a técnica mais conhecida do violino, até mesmo por pessoas leigas no assunto. Existem 3 tipos de vibrato: o de dedo, o de punho e o de braço e consiste basicamente em fazer o som vibrar, formando uma leve flutuação na afinação da nota para cima e para baixo. Utiliza-se o vibrato de dedo nas notas de menor valor (mais rápidas), o de punho é um intermediário e o de braço é usado em notas de maior duração.

Através do vibrato o músico pode expressar diversos sentimentos na música executada, como: paixão, drama, tristeza e naturalmente alegria.

Harmônico O harmônico assim como o vibrato também é produzido pela mão esquerda. Sua execução consiste em apoiar a polpa dos dedos em pontos estratégicos da corda, para que a leveza do toque produza um som parecido com o da flauta.

Corda dupla A Corda dupla é uma técnica de arco, que significa basicamente tocar duas cordas ao mesmo tempo, produzindo um som uníssono.

Pizzicato Apesar de não ser uma técnica de arco, o pizzicato é executado com a mão direita. Para executá-la, os violinistas tiram o arco de sua posição original e passam a beliscar e a dar pequenos puxões nas cordas. O Pizzicato lembra um pouco o dedilhado no violão.

Glissando É a técnica em que o violinista desliza o dedo sobre a corda e toca todas as notas dentro de um certo intervalo.

Sul ponticello Outra técnica de arco, nessa o violinista passa o arco bem próximo ao cavalete, o que resulta num som brilhante e estridente.

Sul tasto Nessa o violinista passa o arco bem próximo ao espelho, o que origina um som suave e aveludado.

Coll Legno A técnica mais inusitada de todas, consiste em virar o arco de modo com que a madeira fique sobre as cordas e a fricção da mesma produza o som.

Tremolo Com certeza uma das mais bonitas técnicas do violino, é quando o violinista movimenta o arco bem rápido para cima e para baixo em uma determinada área (geralmente na ponta do arco), produzindo assim um som eletrizante. O pode-se também tocar o tremolo com corda dupla, o que o torna mais bonito ainda.

Violinos Skull

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Os símbolos de caveiras são febre nos dias atuais, o que antes era usado para representar a morte, perigo, piratas e algumas sociedades secretas, hoje está por todos os lados. Basta você olhar ao seu redor e certamente verá algum objeto com um crânio cartoonizado, seja em roupas, calçados, bijuterias ou em tatuagens.

No mundo da música elas também estão presente, na maioria das vezes são associadas à bandas de rock, sendo usadas como capas de CD ou logos, os roqueiros também aderiram à caveira como peça essencial de seus figurinos.

Agora, você já viu um violino com alguma caveira? Pode ser um desenho na madeira, ou um simples adesivo colado. Não é algo muito comum de se encontrar não é? Isso porque os violinos são instrumentos clássicos que envolvem toda uma mística de serenidade, paz e harmonia. Uma caveira quebraria toda a delicadeza de um violino.

Mas ao que parece, o fabricante de violinos Jeff Stratton não liga muito para essas regras e quer mais é causar impacto com os seus modelos de violinos pra lá de exóticos.

Jeff fabrica uma linha de violinos chamada: Stratton Skull 5, cujo corpos dos instrumentos imitam o formato de um crânio um tanto quanto “macabro”.

Stratton Skull 5.

Segundo o próprio Jeff, seus violinos são feitos justamente para causar impacto, são uma obra de arte e não tem como finalidade competir em nível de qualidade sonora com nenhuma outra marca de violino elétrico.

“…é uma inspiração, uma ideia que veio à vida. A visão do que eu gostaria de tocar. Eu não posso dizer que tenho construído violinos elétricos por anos e anos. O que eu posso dizer é que me esforcei para fazer um instrumentos que é uma obra de arte, esteja ele sendo tocado ou não.”

Além do corpo dos violinos Stratton Skull 5, partes como a voluta, cravelhas e estandarte também tem uma aparência bastante peculiar, sempre seguindo a linha do design mórbido.

estandarte personalizado do Stratton Skull 5.
Estandarte personalizado do Stratton Skull 5.

Apesar da forma exótica, o processo de fabricação dos violinos é totalmente manual:

Violino Stratton Skull em processo de fabricação
Violino Stratton Skull em processo de fabricação

No vídeo a seguir você pode acompanhar o próprio Jeff “tirando um som” em um de seus violinos:

Veja um outro modelo da linha:

Violino Skull

O preço de um Stratton Skull 5 é de: US$ 5000,00 4 cordas e US$ 5500,00 5 cordas. E ai, você compraria?

Prédio na China tem formato de violino e piano

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Um prédio no formato de violino e piano fez da pequena cidade de Huainan na China, parada obrigatória de turistas de todo o mundo, inclusive para músicos e arquitetos.

O Urban Planning Exhibition Hall, foi construído em 2007 por um grupo de estudantes de arquitetura da universidade de Hefey, juntamente com uma empresa de design e teve seu formato totalmente inspirado nos dois instrumentos musicais.

A área de serviço do edifício é a do piano, que é dividida em um espaço para a criação de projetos de arquitetura e duas sala de concertos musicais, usadas por estudantes de música da cidade. O violino de vidro possui uma escada que dá acesso ao interior da

Confira as fotos:

Visão panorâmica do Urban Planning Exhibition Hall

Sky Scraper Building

Visão do fundo do Urban Planning Exhibition Hall

Sky Scraper Building

Visão frontal mais realista

Urban Planning Exhibition Hall

O Urban Planning Exhibition Hall, é equipado com leds que acendem à noite

Urban Planning Exhibition Hall

Quanto custa um bom violino?

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Quando se tem em mente comprar um violino a primeira questão que levantamos é: quanto vai custar? O violino é certamente o instrumento musical com a maior flexibilidade de preços, que pode variar de R$ 200,00 a exorbitantes milhões (No caso dos legítimos Stradivarius). Portanto devemos estar atentos à alguns aspectos antes de adquiri-lo;

“Quanto posso gastar?” 200, 500, 1000 reais? Mais do que isso? Tem violinos para todos os gostos e bolsos. Com o passar dos séculos e a chegada de novas tecnologias, a fabricação do violino foi em muito simplificada, o serviço que antigamente um luthier levava em média algumas semanas para finalizar, hoje é feito em horas nas grandes fabricas. Porém o que se ganha em tempo perde-se em qualidade e é a isso que devemos estar atentos, portanto vamos separá-los por faixa de preço:

“De R$ 200,00 a R$ 400,00″. Estes sãos os chamados violinos “para estudo” o que é uma afronta, pois essa categoria nunca existiu, isso é apenas uma jogada de marketing que os fabricantes usam para vender instrumentos de qualidade ruim. Então se você ver um violino anunciado como “para estudo” fique atento, pois o mesmo foi feito com madeira fabricada, verniz sintético e montado às pressas para que a fábrica pudesse cumprir sua cota.

Seus acessórios também são de qualidade inferior e isso reflete no som que sai gritante e muito irritante. É possível melhorar um pouco a sonoridade desses instrumentos substituindo alguns acessórios como: o jogos de cordas, estandarte e até mesmo o arco por outros de qualidade melhor.

Também recomenda-se levar o instrumento à um luthier, para que o mesmo possa ajustar um novo cavalete e colocar a alma no ponto certo, pois graças a pressa e a falta de conhecimento de quem o montou, provavelmente virá colocada de maneira errada.

Exemplos de marcas de violino nessa faixa de preço: Parrot 6999, Michael VNM 40 e Eagle V441.

“De R$ 500,00 a 1000,00″. Continuamos nos violinos de fábrica, porém instrumentos nessa faixa de preço são feitos com madeira de verdade e em alguns casos o verniz é orgânico, o que melhora em muito a qualidade do som quando comparado aos de menor preço. A boa sonoridade pode ainda ser melhorada se feitos os ajustes básicos necessários em qualquer violino de fábrica.

O problema é que o fato de serem feitos em escala comercial, também prejudica sua qualidade final e um violino que poderia ser de nível profissional acaba sendo um “médio”, pois não foi feito com a delicadeza e maestria de um luthier, mas sim por pessoas que seguem um “mapa” de montagem, o que causa danos irreparáveis no instrumento.

Exemplos de marcas de violino nessa faixa de preço: Roma Romanini, Eagle VK644, Nhureson Alegretto.

“De R$ 2000,00 a R$ 6000,00.
Vamos falar agora de instrumentos de luthiers. O ideal seria que qualquer violinista, independente de ser profissional ou aprendiz pudesse tocar em um violino feito por um mestre, porém isso foge muito da nossa realidade e recorremos então às opções mais em conta.

Quando um luthier fabrica um violino, ele toma todos os cuidados necessários para que o resultado final seja um instrumento de boa aparência estética e de boa sonoridade, tendo carinho e zelo ma fabricação, desde a escolha da medeira, que na maioria das vezes é alemã, chinesa ou italiana, até a envernização. A colagem das peças, espessura da medeira, detalhes dos desenhos e outras etapas também são feitas minunciosamente e o resultado é um instrumento impecável. Se você preferir, pode pedir para que o luthier reproduza um violino antigo.

O fato de um violino ser feito por um luthier não é garantia de um bom produto. Deve-se escolher um profissional de procedência e com boas recomendações, procure saber se o mesmo tem um site e o que seus clientes dizem a respeito do seu trabalho.

“Preços indefinidos”.
Existem ainda os violinos remanescentes, de décadas ou séculos atrás, que geralmente são cópias dos famosos Amati, Stradivari ou Guarnieri, estes tem a madeira “tratada” pelo tempo e foram feito em uma época em que se priorizava acima de tudo a qualidade, podem variar muito o seu valor, dependendo do estado de conservação e valor sentimental que o seu dono tem por ele.

O mais provável é que quem possui um instrumento desse, não o venda por valor algum.

A fabricação do violino

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Belo vídeo mostra etapas da fabricação de um violino pelo luthier Ivan Labussiere:

Lindsey Stirling, a violinista/dançarina

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Ela começou a aprender violino aos 5 anos, influenciada pelo pai que sempre ouvia músicas clássicas em casa, porém seguiu por um caminho diferente e se tornou ” A violinista Hip Hop”, conhecida por sua técnica tanto nos braços quanto nos pés.

Lindsey Stirling

Lindsey Stirling nasceu em 21 de Setembro de 1986 (27 anos) em Orange, Califórnia. Com apenas 5 anos de idade já era amante de música clássica, tal como: Tchaikovsky, Beethoven e Mozart e pediu ao pai que tivesse aula de violino, desejo que foi concedido aos 6. Desde então foram 12 anos de aulas privadas de violino e música clássica.

Com 16 anos, Lindsey fez parte de uma banda de rock como cantora, a “Stomp on Melvin”, formada por ela e mais 4 amigos. Conforme informações do seu site pessoal, ela aprendeu a dançar apenas vendo coreografias em filmes como os de Michael Jackson e videos na internet. Somente em 2011 teve sua primeira aula de dança, quando precisou gravar seu primeiro vídeo.

Em 2010 Lindsey participou do America’s Got Talent, surpreendendo os jurados com sua performance coreográfica e instrumental, contudo chegou apenas as quartas de final.

Após sua participação no programa, o diretor de fotografia Devin Graham procurou por Lindsey propondo gravar um vídeo para o YouTube. Foi assim que surgiu seu primeiro trabalho de sucesso, o vídeo “Spontaneous Me“, que fez sua carreira decolar.

Desde então Lindsey se apresentou em diversos concursos nacionais onde ficou caracterizada pela sua versatilidade e estilo único, tocando violino e dançando coreografias bem extravagantes.

Hoje já tem seu próprio CD (disponível no Itunes), com 12 composições de sua autoria e muitas delas com vídeos no YouTube. No mesmo ano fez uma turnê pela Europa e EUA.

Lindsey já abriu jogos da NBA e também foi atração de abertura e tocou com Sean Kingston, Donny Osmond, Jackson Allan, e Paul Barrowes.

Recentemente em sua página oficial no Facebook, Lindsey postou uma foto com a camisa da seleção brasileira, dizendo que em breve terá surpresa para os seus fãs do Brasil. Aguardemos então a visita da singular violinista.

Yamaha cria clone do Stradivarius

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A “Yamaha Instrumentos Musicais” acaba de lançar o violino “Artida” da série YVN500S, que promete revolucionar o mercado dos violinos fabricados em escala comercial. Tendo como base os lendários Stradivarius, a Yamaha combinou a tecnologia A.R.E com a mestria de seus artesões para criar um instrumento com incríveis performance e sonoridade.

Artida YVN500S
Artida YVN500S
O que é a tecnologia A.R.E?

A A.R.E. é uma tecnologia própria da Yamaha de restauro da madeira original, que melhora as características acústicas da madeira graças à utilização de precisão da umidade, temperatura e pressão atmosférica de uma forma controlada. Este processo manipula as propriedades moleculares da madeira, transformando-a num estado semelhante às madeiras dos instrumentos que foram tocados durante anos e melhorando significativamente a qualidade do som do instrumento. O tratamento é isento de químicos, o que faz dele um processo amigo do ambiente.

O instrumento

A Yamaha uniu séculos de experiencia acumulada sobre a criação de instrumentos da mais alta qualidade com décadas de estudos e tecnologias desenvolvidas para a fabricação de violinos. O resultado foi a aliança perfeita entre técnica artesanal tradicional e tecnologias avançadas, como a CAD 3D, de modelagem de precisão, e a análise de ressonância.

Um acabamento especialmente desenvolvido pela empresa, dá ao instrumento uma aparência antiga, como arranhões e descamações na madeira. Este acabamento antigo é aplicado sobre o normal e não expande nem degrada o instrumento.

Detalhe do acabamento.
Detalhe do acabamento.

O violino Artida também possui acabamentos com proteção UV, que se altera a nível molecular quando expostos a um determinado comprimento de onda dos raios ultravioleta, melhorando as características acústicas do instrumento.

Violino Artida.
Violino Artida.
Confira o desempenho do Artida: